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Esquadrão anti-EMEL

Esquadrão anti-EMEL

A notícia https://executivedigest.sapo.pt/esquadrao-anti-emel-quem-anda-a-incendiar-carrinhas-cortar-cabos-e-destruir-parquimetros-em-lisboa/ relata uma situação resultante de abuso de poder intencional e institucionalizado por parte da Câmara Municipal de Lisboa através da empresa municipal Empresa de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa, E.M.S.A. (EMEL).

A violência e a destruição de propriedade não são aceitáveis, simplesmente. Mas o abuso de poder também não é aceitável. Ou será?

A EMEL abusa descarada e impunemente da autoridade que foi delegada por lei nas empresas municipais de controlo de estacionamento para, entre outras coisas, bloquearem e rebocarem veículos, por um lado, e apreenderem documentos, por outro. Optou por, por essa via, extorquir sem contemplações o condutor incauto. Obviamente, fá-lo com a conivência da CML, senão mesmo seguindo directivas desta.

O que o designado Esquadrão anti-EMEL está a fazer é uma forma inaceitável e perversa de exercício empenhado de cidadania. As razões porque o fazem são as deles, mas em última análise resultam da falta de empenho dos cidadãos em geral em impedir os abusos de poder - no caso, por parte da CML e da EMEL.